A jornada da contemplação: o que fazer no momento em que o crédito é liberado

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O celular vibra no bolso durante uma reunião de trabalho comum. Você olha de relance e lá está a notificação que muda o tom do seu café da tarde: “Parabéns! Sua cota foi contemplada”. A sensação é um misto de euforia com um súbito “e agora?”. Depois de meses — ou talvez anos — de aportes regulares, o planejamento financeiro deixou de ser uma planilha abstrata para se tornar poder de compra real. A jornada da contemplação não termina quando o sorteio acontece ou quando o seu lance é vencedor; na verdade, é aqui que o jogo estratégico realmente começa. Ter uma carta de crédito nas mãos é o equivalente financeiro a entrar em uma mesa de negociação com uma maleta de dinheiro à vista, e saber usar esse trunfo define quem apenas compra um bem e quem constrói patrimônio de forma inteligente. O poder tático da carta de crédito Quando o consórcio imobiliário ou de veículos atinge o ponto da contemplação, o primeiro impulso de muita gente é correr para a primeira concessionária ou fechar o primeiro contrato de compra e venda que aparece. Mas respire. O maior benefício do autofinanciamento não é apenas a ausência de juros abusivos, mas sim o seu poder de barganha. Imagine o caso de um cliente que acompanhei recentemente. Ele buscava um imóvel de R$ 500 mil. Ao ser contemplado por um lance estratégico — utilizando uma reserva que ele vinha montando paralelamente —, ele não saiu comprando qualquer apartamento. Com a carta de crédito em mãos, ele buscou proprietários que precisavam de liquidez imediata. Como o consórcio paga o vendedor à vista, ele conseguiu uma redução de 12% no valor final do imóvel. Na prática, o desconto que ele obteve foi maior do que todo o custo da taxa de administração acumulada no período. Isso é alavancagem patrimonial pura. Os passos práticos após o “sim” da administradora Uma vez que a euforia baixa, é hora de organizar o checklist técnico. A contemplação libera o acesso ao recurso, mas a administradora exige garantias para proteger o grupo de consórcio. Afinal, o sistema é coletivo e a saúde financeira de todos depende da continuidade dos pagamentos. Análise de crédito: Mesmo que você já pague as parcelas em dia, haverá uma revalidação da sua capacidade financeira. Mantenha seu cadastro atualizado e sua saúde fiscal em ordem.

Escolha do bem: Você não precisa se limitar ao valor exato da carta. Se o imóvel dos seus sonhos custa mais, você pode completar a diferença com recursos próprios ou até usar o FGTS no caso de consórcio imobiliário. Se custar menos, o saldo pode ser usado para abater parcelas vincendas ou pagar despesas de documentação (como ITBI e registro), respeitando os limites do contrato. Documentação do vendedor: Esta é a fase onde muitos se perdem. O bem (carro ou imóvel) passará por uma avaliação e a documentação do vendedor será checada. É um processo de segurança para você: garante que você não está comprando um problema jurídico. Além da aquisição: o consórcio como ferramenta de investimento Para quem tem uma visão mais sofisticada de planejamento de longo prazo, a contemplação pode servir a propósitos que vão além de morar ou dirigir. Conheço investidores que utilizam a carta de crédito para quitar financiamentos imobiliários caros. Eles trocam uma dívida com juros compostos de banco por uma dívida de consórcio, onde só existe a taxa de administração diluída. A economia final em juros poupados é, muitas vezes, suficiente para iniciar uma nova cota e repetir o ciclo.

A importância do check-up urológico anual para homens acima de 40 anos.

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A importância do check-up urológico anual para homens acima de 40 anos Muitos homens ainda nutrem um certo receio ou resistência em visitar o urologista. No entanto, ao atingir a marca dos 40 anos, essa consulta deixa de ser opcional e passa a ser uma estratégia vital de saúde. A prevenção é a ferramenta mais poderosa para garantir longevidade e qualidade de vida. Por que os 40 anos são o marco inicial? Biologicamente, é por volta dos 40 anos que a próstata — glândula do sistema reprodutor masculino — pode começar a apresentar alterações.

Embora o câncer de próstata seja a preocupação mais comum, o envelhecimento traz outras condições, como a Hiperplasia Prostática Benigna (HPB), que é o aumento não cancerígeno da glândula. Identificar qualquer anomalia precocemente aumenta drasticamente as chances de tratamentos bem-sucedidos e menos invasivos.

O que é avaliado no check-up? O check-up urológico é rápido, indolor e extremamente informativo. Durante a consulta, o especialista analisa: Histórico Familiar: Fundamental para entender o risco genético de doenças. Exame de PSA: Um exame de sangue que mede os níveis de uma proteína produzida pela próstata. Exame de Toque Retal: Essencial para avaliar o tamanho, a forma e a consistência da próstata, detectando nódulos que o PSA pode não mostrar. Saúde Urinária: Avaliação de sintomas como dificuldade para urinar, jato fraco ou necessidade frequente de ir ao banheiro à noite. Prevenção que vai além do câncer A consulta com o urologista não se resume apenas à próstata.

O especialista também monitora: 1. Disfunções Sexuais: Avaliação da libido e da função erétil. 2. Cálculos Renais: Prevenção e diagnóstico de “pedras nos rins”. 3. Andropausa: Monitoramento da queda dos níveis de testosterona, que afeta o humor, o sono e a massa muscular. 4. Saúde da Bexiga: Diagnóstico de infecções ou tumores precoces. Conclusão Cuidar da saúde não é sinal de fraqueza, mas de inteligência. O check-up urológico anual permite que o homem mantenha o controle sobre seu corpo, evitando surpresas desagradáveis e garantindo que a maturidade chegue com o máximo de vigor. Se você já passou dos 40, agende sua consulta. A prevenção é o melhor caminho.

Câncer de próstata em homens jovens: o que muda?

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Câncer de próstata em homens jovens: o que muda? Embora o câncer de próstata seja amplamente associado à terceira idade, o diagnóstico em homens com menos de 50 anos — e, em casos mais raros, antes dos 40 — é uma realidade que exige atenção redobrada. Quando a doença surge precocemente, ela apresenta particularidades biológicas e clínicas que diferem do cenário observado em pacientes idosos. Agressividade e o fator genético A principal diferença do câncer de próstata em homens jovens é a sua agressividade. Estudos indicam que, nessa faixa etária, o tumor tende a crescer de forma mais rápida. Isso ocorre porque o componente genético e hereditário costuma ser o protagonista. Se um homem desenvolve a doença precocemente, há uma probabilidade muito maior de que ele carregue mutações genéticas herdadas. Por isso, se você tem parentes de primeiro grau (pai ou irmão) que tiveram a doença antes dos 60 anos, seu risco é significativamente maior.

Sintomas e sinais de alerta Na fase inicial, o câncer de próstata é silencioso para todos, independentemente da idade. No entanto, o homem jovem deve estar atento a qualquer mudança persistente no trato urinário, como: Dificuldade para começar a urinar ou jato fraco. Necessidade urgente ou muito frequente de ir ao banheiro. Presença de sangue na urina ou no sêmen. Dor pélvica ou lombar sem causa aparente. É importante lembrar que esses sintomas também podem estar ligados a condições benignas, mas a avaliação de um especialista é indispensável. O que muda no rastreamento? Para a população geral, as diretrizes costumam sugerir o início dos exames aos 50 anos. Contudo, para homens com fatores de risco (como histórico familiar ou ascendência africana), o rastreamento deve começar mais cedo, geralmente aos 40 ou 45 anos. O diagnóstico precoce é feito através da combinação do exame de sangue (PSA) e do toque retal.

Em pacientes jovens, manter essa rotina em dia é a única forma de identificar a doença em um estágio em que as chances de cura superam os 90%. Dicas para o dia a dia Não podemos mudar nossa genética, mas podemos influenciar o ambiente do nosso corpo. Manter uma dieta equilibrada, rica em nutrientes naturais, evitar o tabagismo e praticar atividades físicas regularmente são pilares para a saúde urológica e geral. O câncer de próstata em jovens não deve ser um tabu, mas sim um motivo para o autoconhecimento. Se você se enquadra nos grupos de risco, não espere pelos sintomas: procure um urologista e faça sua prevenção.

Como funciona o contrato de locação built-to-suit (sob medida)

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Como funciona o contrato de locação built-to-suit (sob medida)
No mercado imobiliário corporativo, o termo built-to-suit (BTS) tem ganhado cada vez mais
destaque. Traduzido literalmente como “construído para servir”, esse modelo de contrato é a
solução ideal para empresas que precisam de um espaço específico, mas não desejam
imobilizar capital na construção ou compra de um imóvel.
O que define o Built-to-Suit?
O BTS é um contrato de locação de longo prazo no qual o proprietário (investidor) constrói ou
reforma um imóvel exatamente conforme as necessidades técnicas do futuro inquilino.
Diferente de uma locação comum, onde a empresa se adapta ao espaço disponível, aqui o
imóvel é moldado para a operação da empresa — seja um centro logístico com pé-direito
específico, uma indústria com reforço de piso ou uma loja de varejo com layout padronizado.
Principais características e segurança jurídica
No Brasil, essa modalidade é regida pela Lei 12.744/2012. Por envolver um alto investimento
inicial por parte do proprietário, o contrato de built-to-suit possui particularidades importantes:
1. Prazo Extenso: Geralmente, os contratos duram de 10 a 20 anos, garantindo o retorno do
investimento.
2. Aluguel Diferenciado: O valor mensal não remunera apenas o uso do imóvel, mas também
amortiza os custos da construção personalizada.
3. Multa de Rescisão: Caso o inquilino deseje sair antes do prazo, a multa costuma ser
elevada, podendo chegar ao valor total das parcelas vincendas, para proteger o capital investido
pelo locador.
Vantagens para locador e locatário
Para a empresa (inquilina), a maior vantagem é o foco no core business. Ela evita gastar
milhões com obras e terrenos, mantendo o capital disponível para expansão e operação, além
de usufruir de benefícios fiscais (dedução do aluguel como despesa operacional).
Para o investidor (locador), o benefício é a segurança. O BTS oferece um fluxo de caixa
previsível e duradouro, geralmente com inquilinos de grande porte e baixo risco de crédito, além
da valorização do patrimônio com uma construção de alta qualidade.
O built-to-suit é, portanto, uma estratégia inteligente que une engenharia e finanças,
transformando o imóvel em uma ferramenta de eficiência para o mercado imobiliário moderno.

Imobiliária Mota – Imóveis em Curitiba
Mal. Deodoro, 2044 – Alto da XV, Curitiba – PR, 80045-090
(41) 3029-3443

A psicologia do medo e da ganância em tempo real

Lembro-me vividamente da manhã de 19 de maio de 2021. Eu estava com uma xícara de café na mão, observando o monitor lateral enquanto respondia a alguns e-mails. De repente, o gráfico do Bitcoin, que já vinha cambaleando, simplesmente despencou. Não foi uma correção saudável; foi uma liquidação em cascata. Em questão de horas, o ativo tocou os 30 mil dólares, arrastando o Ethereum e o restante do mercado de altcoins para o abismo. O que aconteceu nos grupos de Telegram e Discord que monitoro foi um estudo antropológico fascinante. Minutos antes, havia uma tensão silenciosa. Quando a queda acelerou, o silêncio se transformou em caos.

Pessoas que juravam ser “holders” de longo prazo estavam gritando em caixa alta, perguntando se a Binance ia quebrar, se o Tether tinha perdido a paridade, se era o fim. O medo tem um cheiro digital, e ele exala através de ordens de venda a mercado executadas no fundo do poço. Essa é a psicologia do mercado em tempo real, crua e sem filtros. O erro mais comum que vejo, tanto em novatos quanto em veteranos que se deixam levar pelo momento, é acreditar que o gráfico reflete apenas valor financeiro. Não reflete.
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O gráfico é um eletrocardiograma das emoções humanas globais. Quando vemos uma daquelas velas verdes gigantescas — as famosas “God candles” —, o que estamos vendo é a dopamina coletiva sendo injetada na veia do mercado. Durante os ciclos de alta, a ganância não se manifesta apenas no desejo de lucro. Ela é mais sutil e perigosa. Ela aparece na convicção arrogante de que “desta vez é diferente”. Lembro-me de conversas no final de 2021, onde a narrativa sobre NFTs e o “superciclo” era tão forte que questionar a sustentabilidade daqueles preços era visto como heresia. O cérebro humano, sob o efeito da ganância, desliga o córtex pré-frontal — nossa área lógica — e entrega o controle ao sistema límbico.

Passamos a ignorar métricas on-chain alarmantes ou o superaquecimento do RSI mensal porque a narrativa de enriquecimento rápido é biologicamente irresistível. Por outro lado, o medo é visceral. Evolutivamente, o medo de perder recursos (dinheiro, comida, abrigo) é processado na mesma região cerebral que o medo da morte física. É por isso que vender no fundo dói menos do que segurar a posição. Vender alivia a tensão imediata. É um analgésico caríssimo. Quando você vende em pânico após uma queda de 40%, você não está tomando uma decisão financeira estratégica; você está comprando alívio emocional.

A verdadeira gestão de risco, portanto, não é apenas sobre onde colocar o stop-loss ou qual a porcentagem do portfólio alocada em DeFi versus Bitcoin. A gestão de risco real é o autoconhecimento. É a capacidade de observar o próprio pulso acelerar diante de uma tela vermelha e, conscientemente, não fazer nada. Investidores sofisticados entendem que o mercado é um mecanismo de transferência de riqueza dos impacientes para os pacientes. Eles usam o medo alheio como liquidez. Enquanto a multidão vendia desesperadamente naquele dia de maio, carteiras institucionais e baleias antigas estavam absorvendo essa liquidez, acumulando satoshis com desconto.

Como avaliar a qualidade da telefonia móvel dentro do imóvel

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Como avaliar a qualidade da telefonia móvel dentro do imóvel
No mercado imobiliário atual, a conectividade é tão essencial quanto a rede elétrica ou
hidráulica. Para quem busca comprar ou alugar, descobrir que o imóvel é uma “zona morta” de
sinal de celular após a mudança pode ser um grande transtorno.
Se você é um comprador atento ou um corretor que deseja oferecer um serviço diferenciado,
confira como avaliar a qualidade da telefonia móvel de forma prática.
Faça o “teste do deslocamento”
Não se limite a olhar o celular apenas na sala de estar. O sinal pode variar drasticamente entre
os cômodos. Caminhe por todo o imóvel, entrando especialmente em áreas mais isoladas,
como banheiros, áreas de serviço e closets. Paredes muito grossas ou revestimentos
específicos podem bloquear as ondas de rádio, criando pontos cegos onde as chamadas caem
constantemente.
Utilize aplicativos de medição
As “barrinhas” de sinal no topo da tela do celular podem ser imprecisas. Para uma avaliação
técnica e rápida, utilize aplicativos gratuitos como o Speedtest ou o OpenSignal.
Download e Upload: Verifique se a velocidade é constante.
Latência (Ping): Importante para quem trabalha com videochamadas ou joga online.
Se possível, leve chips de diferentes operadoras para testar qual delas possui a melhor antena
na região do imóvel.
Realize uma chamada de teste
A internet pode parecer rápida, mas a estabilidade da voz é o teste real da antena local. Faça
uma ligação convencional e, em seguida, uma chamada de vídeo via WhatsApp enquanto
caminha pelo imóvel. Observe se o áudio “picota” ou se a imagem trava. Essa é a prova de fogo
para saber se o morador conseguirá trabalhar em regime de home office sem interrupções.
Dica para corretores: antecipe-se
Para quem vende ou aluga, ter a informação sobre qual operadora funciona melhor no prédio ou
no bairro é um diferencial competitivo. Isso transmite transparência e autoridade, ajudando o
cliente a tomar uma decisão mais segura e evitando reclamações futuras.
Avaliar a telefonia móvel é um passo indispensável no checklist de visita. Em um mundo
conectado, um imóvel com bom sinal vale muito mais!

 

A soberania do indivíduo na era da chave privada

Imagine um número entre 1 e 2 elevado a 256. A magnitude desse espaço numérico é difícil de compreender para o cérebro humano; é algo que supera a quantidade de átomos no universo observável. Quando você gera uma carteira de Bitcoin ou Ethereum, o que você está fazendo, em essência, é selecionar um desses números de forma aleatória. Essa é a sua chave privada. Nesse momento, a matemática se torna a garante da sua propriedade, substituindo burocracias estatais, cartórios e sistemas bancários legados. A posse desse número confere a capacidade exclusiva de assinar transações digitais, movendo valor através de uma rede descentralizada sem pedir permissão a ninguém. A arquitetura de criptografia assimétrica, especificamente a curva elíptica secp256k1 utilizada pelo Bitcoin, cria um ambiente onde a verificação é trivial, mas a falsificação é computacionalmente inviável. Isso muda drasticamente a relação entre o indivíduo e o seu patrimônio. No sistema financeiro tradicional, seu dinheiro é, na prática, um passivo no balanço de um banco. Você tem uma promessa de pagamento, não o ativo em si. Se a instituição falir ou se o governo decidir congelar contas, sua “propriedade” evapora. Na blockchain, a propriedade é absoluta. Se você controla a chave privada, você controla o UTXO (Unspent Transaction Output). Ponto final. No entanto, essa soberania absoluta exige uma competência técnica e uma disciplina de segurança que a maioria das pessoas nunca precisou desenvolver. A custódia própria (self-custody) não é apenas baixar um aplicativo no celular. Uma hot wallet conectada à internet está exposta a vetores de ataque constantes, desde malwares de área de transferência até engenharia social sofisticada. A verdadeira soberania reside no armazenamento a frio (cold storage), preferencialmente em dispositivos air-gapped — hardwares dedicados que nunca tocam a internet e onde a assinatura da transação ocorre internamente no chip seguro, transmitindo apenas o pacote de dados assinado para a rede. Considere o padrão BIP-39, que converte aquela entropia bruta inicial em uma sequência mnemônica de 12 ou 24 palavras. Essa abstração torna a chave legível para humanos, mas introduz o risco físico. Anotar essas palavras em um gerenciador de senhas na nuvem ou tirar uma foto com o smartphone é um erro operacional primário que compromete toda a estrutura de segurança. O “single point of failure” deixa de ser o banco e passa a ser a sua higiene digital. Vi casos de investidores sofisticados perderem montantes significativos não por falha do protocolo, que permanece inquebrável, mas por negligência na gestão dos backups físicos dessas sementes (seed phrases). Placas de metal resistentes a fogo e corrosão não são paranoia; são a infraestrutura básica para quem entende que está operando seu próprio “banco central”.

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A transição para essa mentalidade de autocustódia também envolve compreender a imutabilidade. Não existe 0800, não existe estorno e não existe redefinição de senha. Se você enviar fundos para um endereço errado ou interagir com um contrato inteligente malicioso em DeFi que drena sua carteira através de uma aprovação de token infinita, o resultado é final. A blockchain é um juiz implacável que executa o código exatamente como escrito, não como intencionado. Essa responsabilidade assusta, mas é o preço da liberdade financeira incensurável. Em cenários de crise macroeconômica ou autoritarismo, a capacidade de memorizar 12 palavras e cruzar uma fronteira com todo o seu patrimônio acessível em qualquer lugar do mundo é uma mudança de paradigma civilizatório. O valor não está mais atrelado ao físico ou à jurisdição local, mas à informação criptográfica.

Viver em uma cobertura em Santos é desfrutar de uma vista privilegiada do mar e da cidade. É o ápice do conforto, mas exige atenção redobrada com manutenção e estrutura.

Por que escolher uma imobiliária em Santos faz diferença?

  • Acesso a coberturas que não estão em portais públicos
  • Verificação técnica de impermeabilização e piscinas
  • Negociação discreta e personalizada
  • Consultoria em reformas e design de interiores

O que avaliar antes de escolher uma imobiliária em Santos

  1. Estado da impermeabilização da área externa
  2. Capacidade estrutural para novas banheiras ou piscinas
  3. Privacidade da área de lazer privativa
  4. Vista definitiva (sem risco de novos prédios bloquearem)

Maneco Imóveis: referência como imobiliária em Santos

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Dicas rápidas para fechar um bom negócio em Santos

Se você vai comprar um imóvel

  • Visite o imóvel em dias de chuva
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Onde fica a Maneco Imóveis em Santos?

A Maneco Imóveis está localizada em ponto estratégico da cidade. Você pode conferir o mapa incorporado abaixo e traçar rota direto do seu celular.

FAQ – Imobiliária em Santos (Maneco Imóveis)

Coberturas em Santos sofrem muito com a maresia?
Sim, por isso indicamos materiais resistentes e manutenção preventiva constante.
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A Maneco Imóveis tem opções de coberturas duplex?
Temos uma seleção de duplex e triplex nos melhores bairros da orla.


Maneco Imóveis – Imobiliária em Santos
Av. Jovino de Mello, 657 – Jardim Bom Retiro, Santos – SP, 11089-001
(013) 3203-1830
http://manecoimoveis.com.br/

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O que é gestão empresarial?

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A gestão empresarial envolve a mobilização de recursos dentro da empresa para definir objetivos e implementar a política de desenvolvimento empresarial . Portanto, a gestão empresarial ocorre durante toda a vida de uma empresa, desde a concepção do projeto, passando pela sua criação, até a sua venda, passando pelo andamento da atividade ao longo dos anos. O responsável pela gestão empresarial da empresa , geralmente o gerente, deve: definir os objetivos a serem alcançados; desenvolver o plano de ação para atingir os objetivos definidos; garantir a implementação adequada da estratégia; lidar com o inesperado; realizar o controle de gestão empresarial.

Bom saber: Em princípio, o controle de gestão empresarial é uma competência que cabe aos órgãos de gestão empresarial. No entanto, é possível dedicar um departamento específico a ele, internamente, dentro da empresa. De fato, o controle de gestão empresarial é uma tarefa às vezes complexa que envolve atividades de gestão empresarial para tornar a empresa ainda mais eficiente. Portanto, estar à frente da gestão empresarial de uma empresa exige múltiplas competências em termos de estratégia e organização, mas também de análise financeira, marketing e gestão empresarial. Quais são os desafios da gestão empresarial?

O programa de gestão empresarial de uma empresa terá os seguintes desafios: desenvolvimento de negócios; otimizando resultados; gestão empresarial de riscos. Atenção: a gestão empresarial envolve certa liberdade. No entanto, essa liberdade tem seus limites, incluindo atos anormais de gestão empresarial. Segundo a jurisprudência, ato anormal de gestão empresarial é “o ato pelo qual uma empresa decide se empobrecer para fins alheios aos seus próprios interesses “. É o caso, por exemplo, quando a empresa vende ativos por um valor inferior ao de mercado e abandona dívidas. No entanto, tal ato pode dar origem a um ajuste fiscal.

Considere a experiência de um grande banco da cidade de Nova York

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As informações de seu programa de medição de lucratividade agregada mostraram que todos os clientes com saldos maiores que US$ 25.000 eram lucrativos, então o banco lançou uma grande iniciativa para reter esses clientes. Durante a iniciativa, no entanto, o banco conduziu um estudo ABC mais detalhado para calcular o custo de atendimento e a lucratividade de todas as contas. Ele descobriu que 35% das famílias visadas para retenção não eram lucrativas, com perdas acumuladas totalizando mais de US$ 2 milhões. Clientes não lucrativos podiam ser encontrados em todos os níveis de saldo até US$ 1 milhão, na verdade. Os gerentes a princípio não conseguiam acreditar que indivíduos com altos depósitos pudessem não ser lucrativos.

Análises posteriores revelaram que clientes não lucrativos faziam um grande número de transações nas agências, o canal de serviço mais caro, e mantinham a maioria de seus depósitos em contas que rendiam margens baixas para o banco. Felizmente, o banco descobriu esse erro em sua estratégia antes que estivesse muito avançado em sua iniciativa de retenção de clientes. Não lucratividade não significa que uma empresa deve simplesmente abandonar um cliente ou produto, no entanto.

Em nossa experiência, as empresas encontram várias maneiras — melhorias de processo, reprecificação e redefinição de relacionamentos — para reduzir ou eliminar as perdas de produtos e clientes não lucrativos, uma vez que um programa de custeio confiável os tenha identificado. Não lucratividade não significa que uma empresa deve simplesmente abandonar um cliente ou produto. As empresas podem encontrar várias maneiras de reduzir ou eliminar perdas, uma vez que um programa de custeio confiável as tenha identificado.